Professores em Greve de Fome convidam os companheiros para a luta:
Vereador João Alfredo Fala da Ocupação:
O representante da OAB Adv. Percival fala da Ocupação:
"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Luther King
A nossa luta pela aplicação da Lei do Piso não terminou. Continuemos a fortalecer os Zonais como instâncias democráticas e definidoras das linhas de atuação da categoria. E Vamos continuar mobilizando nossa comunidade escolar.
Enviem suas notícias e sugestões para o Email: diariodegreve@hotmail.com
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Vídeos do Ato na Assembleia Legislativa - 21 de Setembro de 2001
No dia 21 de setembro de 2011, quarta, os professores e alunos mais uma vez marcham em direção à Assembleia Legislativa e ocupam seu interior para pedir que o Governado cumpra a Lei do Piso repercuntido na Carreira e 1/3 da carga horária para planejamento das aulas.
Graça a esta mobilização, os professores conseguiram agendar uma reunião com o governador Cid Gomes (PSB) que insistiu em atacar o Plano de cargos e carreira dos professores ao impor duas tabelas diferenciadas: : 1) professores com Ensino Médio e 2) com Ensino Superior. O governador aplicaria o piso na tabela 1 e a outra tabela ia ver o que poderia dar de aumento. Com essa artimanha, o Governador quer desvincular do restante da Carreira a aplicação do piso. A Carreira é Única e não podemos deixar o Governador destruir-la.
Além do mais, o Governador Cid Gomes ameaçou os professores de entrar com processo administrativo para exoneração dos grevistas. O que o Governo chama de "negociação" ou "diálogo", os professores chamam de imposição. Por isso, os professores estaduais do Ceará em Assembleia realizada no dia 23 de setembro de 2011 votaram pela continuidade da greve.
1)No vídeo, estudantes secundaristas de várias escolas afinam os instrumentos na concentração.
2) No vídeo, professores, estudantes secundaristas e universitários gritam palavras de ordem em protesto à intransigência do Governador.
3) No vídeo, professores e estudantes fazem o Velório da Educação Pública no Estado do Ceará.
4)No vídeo, a Professora da UECE, Raquel Dias, fala da Campanha 10% do PIB para educação Já! Mais detalhe desta Campanha acesse: http://dezporcentoja.blogspot.com/
5)No vídeo, professores, estudantes secundaristas e universitários gritam: Ô Cid, chegou a hora, ou paga o piso ou não piso na escola!
6)No vídeo, o Vereador João Alfredo (PSOL) crítica a maneira desproporcional como o Governador Cid Gomes (PSB) trata os professores e os Juízes. Para os professores, o governador afirma que não tem dinheiro e não cumpre a Lei do Piso em vigor desde 2008. Ao mesmo tempo, para os Juízes e desembargadores, O Governador enviou uma mensagem à Assembleia Legislativa do Ceará solicitando um crédito de 10,3 milhões para pagamento retroativo de 1994-1999 de auxílio-moradia, podendo chegar à 94 milhões e contemplando apenas uns 500 altos funcionários.
7)No vídeo, estudantes secundaristas e universitários dançam e cantam: "aquário é o cara... eu quero o meu salário!". Em Menção ao Governo do Ceará que vai gastar mais de 300 milhões na construção de um aquário e, ao mesmo tempo, diz que não tem dinheiro para educação.
Professores do Cariri abordam Ciro Gomes em reunião do PSB
No sábado(24/09) à noite, os professores do Cariri abordam Ciro Gomes (PSB) que visitava a região para uma reunião partidária. Os professores questionaram o não cumprimento do piso salarial do magistério. Os professores reivindicam aplicação do piso salarial repercutindo na carreira do magistério e aplicação de 1/3 da carga horária para planejamento das aulas. O Governador Cid Gomes(PSB) quer criar duas tabelas separando a categoria em professores com Ensino Médio e professores com Ensino Superior. Assim, o governador aplica somente o piso só à 114 professores e desvaloriza o restante; mais de 22 mil professores. Ciro Gomes como lhe é peculiar tratou os professores com arrogância.
sábado, 24 de setembro de 2011
Cariri em Ação pela Educação!
AGENDA 24 DE SETEMBRO A 01 DE OUTUBRO
SÁBADO 24/09 - Carreata até o Crato para manifestação junto a CIRO GOMES. Saída às 16h, em frente ao CERE. Encontro às 17h, na Praça da Sé no Crato.
TERÇA 27/09 – Reunião com advogado trabalhista para esclarecimentos jurídicos sobre a greve e suas conseqüências, no Edifício D. Pires, às 08h.
QUARTA 28/09 – Memorial Padre Cícero, às 19h, no X Congresso da História da Educação (presença dos professores)
QUINTA 28/09 – Manifestação em frente a CREDE, às 08h.
SÁBADO: às 8h, no dia 01 de Outubro no Edifício D. Pires (Rua Dr. Floro por trás da Igreja Matriz em Juazeiro do Norte) os professores da rede estadual de ensino reúnem-se em assembléia para discutir a agenda da semana e passar informes sobre a greve.
Professor, tire o pijama e compareça. Sua presença é fundamental.
Professor, tire o pijama e compareça. Sua presença é fundamental.
AULÕES DO ENEM A DEFINIR LOCAL E DATA
Pressão do governo fracassa e greve dos professores continua
Por Kezya Diniz às 11:30 de 23/09/2011 - Atualizada às 20:26Os professores da rede pública estadual decidiram não ceder à pressão do governador Cid Gomes, que impôs o fim da greve como condição para negociar a pauta de reivindicações com a categoria. Em assembleia, nesta sexta-feira (23), os profissionais votaram pela continuidade do movimento e estão dispostos a retornar às salas de aula somente depois de atendido o pedido pela valorização do magistério.
A assembleia da categoria, no ginásio Aécio de Borba teve início por volta das 8h desta sexta-feira e serviu para avaliar as propostas feitas pelo governador Cid Gomes, no Palácio da Abolição, na tarde da quinta-feira (22). Na ocasião, o governador havia dito que negociaria os principais ítens da pauta de reivindicações, mas colocou como imposição o fim da greve.
A categoria está dividida, mas a maior parte dos educadores votou pela continuidade do movimento paredista que segue por tempo indetermiado.Agenda para a próxima semana
A categoria marcou atividades para a próxima semana, na militância por melhores salários, com a implantação do Piso Nacional do Magistério com repercussão em toda categoria.
Na quarta-feira (28) está programado um ato público, em frente ao Palácio da Abolição, a partir das 8 horas da manhã. Já na sexta-feira (30) os professores realizam uma nova assembleia de avaliação do movimento, a partir das 8h, no ginásio Paulo Sarasate.
Durante a conversa com o governo, ontem (22) foi informado aos professores que, se não voltassem ao trabalho na próxima segunda-feira (26) começaria a ser cobrada a multa estipulada pela justiça, pelo descumprimento da ordem de suspender a greve. Sobre o assunto, o presidente do sindicato Apeoc, Anísio Melo, disse que a entidade de classe se responsabiliza pelas consequências.
Na página oficial do sindicato Apeoc, na internet, os professores postaram a seguinte avaliação sobre a proposta do governador:
Meus colegas, professores, cuidado com a proposta apresentada à equipe de comando da greve.Pelo que entendi o que ficou acordado para apresentar na Assembleia Geral sobre a continuidade da GREVE é uma proposta vaga, ameaçadora, exclusiva, que desvincula o profissional do Ensino Médio dos demais companheiros de trabalho.Não estamos lutando por duas tabelas que divide a categoria, e sim, pela readequação do piso nacional ao plano de cargos e carreiras do magistério cearense, um direito adquirido que deve ser respeitado pelo governador.Desistir da greve,nestas condições impostas e ameaçadoras do senhor governador, não é viável.Já pensaram…por que manter uma tabela e deixar a outra para depois de voltarmos às aulas….Sera que ele não teve tempo para apresentar uma só tabela, O PLANO DE CARGOS E CARREIRAS DO MAGISTÉRIO respeitando a Lei Federal( Piso Nacional)……? Continuem a GREVE!!!PROFESSOR!CORAGEM E UNIÃO! E DETERMINAÇAO!!!!!
O RISCO QUE CORREM OS PROFESSORES
Já escrevi em outras oportunidades que, na política, a decisão sobre o tempo de agir é tão importante quanto a própria ação. Os professores da rede estadual, com a decisão de ontem, superestimaram o poder de fogo da greve que conduzem. Podem ter transformado uma vitória política parcial numa derrota completa – isso o tempo dirá. O fato concreto é que o movimento está sem comando. O sindicato da categoria já não conduz – é conduzido, ao invés disso. O fato tem suas vantagens, pela maior legitimidade das bases. Mas tem a desvantagem de inviabilizar qualquer estratégia. A interlocução e a negociação se tornam quase impossíveis.
A força de uma greve está diretamente atrelada ao tamanho do estrago que é capaz de causar. E, lamentavelmente, a paralisação de nenhuma categoria é tão tolerada quanto a dos professores. Setor algum para por tanto tempo, sem que ninguém se alarme. Demonstração do quanto de retórica há nos discursos que colocam a educação como prioridade máxima. A se considerar a quase indiferença dispensada a greves que duram meses a fio, parece que a educação é a coisa menos relevante do mundo.
Quando são os bancos, os correios, os policiais, os fazendários ou os lixeiros que interrompem as atividades, há urgência incomparavelmente maior em encerrar o movimento. Isso da parte tanto do governo, quanto da sociedade em geral. Fica a impressão de que ter lixo nas ruas é mais grave que manter crianças fora da escola.
É triste, mas a realidade objetiva é que os governos pouco se importam ou se comovem com o fato de as paralisações dos docentes se prolongarem indefinidamente. Dessa forma, o tempo joga muito mais contra a categoria – pressionada pela Justiça e pela crescente desmobilização – que contra o governo. É pena que assim seja, mas é fato.
Érico Firmo
ericofirmo@opovo.com.br
ericofirmo@opovo.com.br
Professores radicalizam e decidem continuar a greve - Escreve o Jornal O Povo
A decisão foi tomada um dia após reunião com o governador Cid Gomes, que se comprometeu a atender as principais reivindicações
Os professores da rede estadual de ensino decidiram em assembleia realizada na manhã de ontem, continuar a greve que já dura 50 dias. Apesar do discurso feito pelo presidente do Sindicato dos Professores do Estado do Ceará (Apeoc), Anízio Melo, pedindo a suspensão do movimento “com a continuidade da mobilização”, a maioria dos professores presentes no ginásio Aécio de Borba, por pequena diferença, votou pela continuidade da paralisação.
Em clima tenso, a votação teve de ser refeita algumas vezes até a proclamação do resultado. O clima de confusão e tumulto que se criou com o impasse quase levou professores às vias de fato. O presidente do sindicato chegou a ser vaiado quando defendeu o retorno às aulas. Fato que atribiu a disputa entre centrais sindicais.
Após a reunião da categoria com o governador Cid Gomes (PSB) realizada no Palácio da Abolição quinta-feira, havia a expectativa de que a greve chegasse ao fim. “O governador negociou, foi atencioso e solícito, mas a categoria investiu por outro caminho”, disse o deputado estadual Antônio Carlos (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa. Segundo ele, que tem intermediado o diálogo entre governo e professores, ao sair da reunião de quinta-feira a sua percepção era de que a greve estaria chegando ao fim.
Na reunião, Cid Gomes se comprometeu a atender duas das principais reivindicações da categoria desde o início do semestre letivo: fazer nova tabela de implementação da Lei do Piso Nacional da carreira e implantar, de forma progressiva, um terço da jornada de trabalho para atividades extra classe, a partir de 2012. Porém, os compromissos foram condicionados ao fim da greve. Na ocasião, Cid disse que a partir de segunda-feira determinará a abertura de processo administrativo por abandono de cargo para aqueles que continuarem em greve, e que pedirá a execução da multa determinada pelo Tribunal de Justiça do Ceará, desde o dia 5 deste mês, contra o sindicato Apeoc, que prevê o pagamento de R$ 10 mil por cada dia de descumprimento da decisão que determina o fim da greve. Por meio de nota divulgada no início da noite, a Secretaria de Educação informou que “a expectativa da Seduc é que os professores retornem as suas atividades nas escolas para que os estudantes da rede estadual retomem seus estudos o mais breve possível, evitando assim, mais prejuízos no processo de aprendizagem”. A nota também faz referência abertura do governo para o diálogo, mas não toca em possíveis retaliações.
Por quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Os professores que defendem a suspensão da greve argumentam que o governo avançou nas negociações. Já os que defendem a continuidade da paralisação, dizem desconfiar das promessas do governador.
SERVIÇO
Agenda Sindicato Apeoc
26/9: reunião dos zonais
27/9: reunião do Comando de Greve na CUT
30/9: Assembleia no Ginásio Paulo Sarasate às 8h.
Bruno Cabral
brunocabral@opovo.com.br
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